"Carla Visi e Eu" é o nome do mais
novo disco da cantora baiana do Axé Music, ex-vocalista das
bandas Companhia Clic e Cheiro de Amor. O trabalho chega ao
público no próximo mês de setembro e traz como
mote o resgate de traços fortes do ritmo baiano. O
CD é resultado de um esforço pessoal de Carla
Visi, já que sai como produção
independente.
Sob a direção
musical de Letieres Leite, Carla Visi passeia pela diversidade de
ritimos interpretando músicas de compositores baianos como
Nego John, Roberto Brother, Gigi, Alexandre Leão, Manuca
Almeida, Ramom Cruz, Fábio O'Brian, Famir e da nova
compositora baiana, Taís Nader.
"Escolhi o título 'Carla
Visi e Eu' para que as pessoas se sintam mais próximas de
mim", explica a artista destacando que a união de muitas
claves de axé, num disco só é o diferencial do
trabalho, "é um disco genuinamente de axé", diz.
No CD, algumas surpresas como a
participação especial de Xandy, do Harmonia do Samba,
no pagode "Tiquinho de Você", de Ivan Brasil e Cinho Maia, a
carro chefe "Eu te Amo" de Fábio O'Brian e Famir,
além da composição que dá nome ao disco
"E Eu", de Eduardo Toledo e André Quiroz. Sem dúvida
um disco leve, alegre e autêntico.
Este é o terceiro trabalho
solo da artísta e é precedido por "Carla Visita
Gilberto Gil", um projeto da Universal dirigido por Mazzola (2001)
e "Por todo canto" (2004) lançado no Japão pela RCA-
Victor e na Europa pela Som Livre Portuguesa. "Carla Visi e Eu"
surge como um retorno da artista aos grandes circuitos nacionais do
Axé.
O cuidado com a qualidade do
trabalho ultrapassa a escolha do repertório e chega ao time
de músicos composto por Fabio Phabito, Bóka, Cara de
Cobra, Ivãzinho e Marcelo Pinho, na percussão, Marcio
Diniz, na bateria, Marcelo Rocha e Natinho, no baixo, Rudney
Monteiro, nas guitarras e violões, e Paulo Adachi, nos
teclados e samplers.
A ficha técnica de "Carla Visi e
Eu" traz também o sanfoneiro Daniel Frota, os vocais de
Aline, Fleury, Tito Bahiense, Berguinho e Isabela Argollo,
além de contar com um naipe de sopros aprimorado, composto
pelos músicos Guiga Scott e Gilberto Junior (Trompete,
Flugelhorn), André Becker (Sax alto), Nogueira (Sax tenor),
Fernando Rocha (Trombone), Junior Maceió (Sax
barítono), Vanilson (Trombone) e Hugo San (Trombone). O
projeto gráfico recebe o toque artístico de Cau
Gómez.
Breve Histórico
Carla Visi começou tocando
em bares e em 1990 recebeu o convite para substituir Daniela
Mercury na Companhia Clic, banda baiana de grande
repercussão na época. Em 1991 gravou seu primeiro
disco "Companhia Clic III" e em 1993 o segundo "Cia Clic", pela
Polygram.
Convidada a assumir os vocais da
Banda Cheiro de Amor, em 1995, Carla começa definitivamente
a sua vitoriosa carreira com a gravação do primeiro
CD "É demais meu rei" em 1996. Já no ano seguinte,
1997, com "Cheiro de Amor ao vivo" atinge a marca de 1
milhão e 500 mil cópias. "Me chama" é o
trabalho de 98 e fechando o ciclo de sucesso na banda Cheiro,
gravou "Cheiro de festa" em 99.
A segurança, a
força e a afinação da voz de carla levou-a a
experimentar novas possibilidades em parcerias, como quando gravou
com Martinho da Vila o belo samba "Amor não é
brinquedo" no Cd "Casa de Samba 3", além de participar de
outras coletâneas.
Em 2001, um novo convite. Desta
vez, Carla Visi empresta a voz para uma releitura e homenagem a
Gilberto Gil, num projeto da gravadora Universal, em 2001 "Carla
Visita Gilberto Gil"
"Por todo canto", trabalho onde
Carla Visi experimenta a multiplicidade da música
brasileira, foi lançado em 2004 e levou a artista aos palcos
internacionais, incluindo turnês pelo Japão, Europa e
Estados Unidos.
Por
Juliana Maia
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